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Conheça os inimigos da saúde de seu pet

Uma série ameaça à saúde humana e animal. Para a eliminação dos principais parasitas do seu animal, é imprescindível a administração de um vermífugo de amplo espectro de ação.

Para a eliminação dos principais parasitas do seu animal, é imprescindível a administração de um vermífugo de amplo espectro de ação. Os vermes são um grande perigo à saúde dos cães e gatos, principalmente para os filhotes. Alguns merecem mais atenção por serem causadores de zoonoses, ou seja, prejudicam a saúde humana pela intensa aproximação que nós temos com os nossos bichinhos de estimação.

Vamos entender um pouquinho das principais verminoses?

Ancylostoma Caninum: nutre-se de sangue e é encontrado, principalmente, no intestino delgado. Quando o parasita imaturo desenvolve sua cápsula bucal, ocorre uma hemorragia grave ou crônica nos cães. Em animais adultos é mais comum ocorrer anemias brandas, pois seu sistema imunológico já responde melhor à infecção. Quando a doença é recidiva, podem ocorrer reações cutâneas e, quando aguda, há dificuldades respiratórias, cansaço, perda de peso, apetite e pelos do corpo. Nos animais em lactação, diarreia com sangue e muco pode cumular-se com a anemia. Baseado nos sintomas clínicos, a identificação dos parasitas ocorre através do exame de fezes para detectar a presença dos ovos.

Dirofilaria Immitis: é parasitária cardiopulmonar, popularmente conhecida como a doença do verme do coração, que acomete cães domésticos e silvestres. Os cães recém infectados são assintomáticos, sendo a doença diagnosticada apenas por testes sanguíneos de rotina. Um estágio avançado da doença, torna os cães sintomáticos, podendo apresentar tosse crônica, taquipnéia, síncope, fadiga, intolerância a exercícios, mucosas pálidas ou ictérias, hemoptise, perda de peso, anorexia, trombocitopenia, ascite e insufiência cardíaca, levando o animal à morte. O diagnóstico baseia-se nos sintomas cardíacos e na detecção de microfilárias no sangue. Radiografia, angiografia e técnicas moleculares podem ser utilizadas para averiguação. A eficácia dos testes só poderá ser confirmada após 7 meses de infecção,  tempo necessário para que o ciclo biológico se complete no hospedeiro e as fêmeas entrem em reprodução.

Toxocara Canis: é uma doença infecciosa que  se concentra no intestino delgado dos cães. Geralmente as infecções são mais brandas, mas dependendo da gravidade pode levar à morte. Os sinais clínicos nos filhotes podem variar de acordo com as condições de higiene e a carga infectante. O parasita compete por alimentos com organismo canino, o que resulta em quadros de diarreia, flatulência, distensão abdominal, desidratação e retardo no desenvolvimento do animal. Quando auscultados, sons pulmonares aumentados ou anormais, sopro de insuficiência tricúspide ou arritmias cardíacas são detectados. Doença arterial pulmonar grave e tromboembolismo podem estar associados a epistaxe, coagulação intravascular disseminada, colapso, trombo- citopenia e hemoglobinúria, sendo que esta última também é indicativa de síndrome da veia cava (essa parte eu não alterei muito, achei muito técnica e fiquei com receio). Geralmente o diagnóstico é presuntivo na fase pulmonar, pois as larvas estão migrando e alguns sinais pneumônicos são observados, quase sempre após duas semanas após o nascimento. Através da técnica de esfregaço de fezes os ovos podem ser identificados. Esses são subglobulares, castanhos e com espessas cascas escavadas.

Giárdia SP: é considerada um grave problema de saúde coletiva. Os cães desempenham um relevante papel como hospedeiros. O maior número de animais afetados está entre os animais jovens, menores de um ano, que convivem com outros doentes ou que possam ter acesso a água contaminada, dada a resistência destes parasitas em meios aquáticos. A diarreia é a manifestação mais comum e vem acompanhada de dor abdominal. Normalmente as fezes são pastosas, mal cheirosas, claras, podendo conter muco e raramente apresentar sangue ou pus.

Outros sinais clínicos são a síndrome de má absorção, que leva ao emagrecimento, anorexia, distensão abdominal, flatulência, desnutrição, raquitismo e esteatorreia. O diagnóstico é difícil com bases clínicas, posto à porcentagem elevada de resultados falso-negativos. Assim, deve-se cumular os exames microscópicos, por onde se detectam a presença dos parasitas nas fezes, com o teste de Elisa, que, pela sua alta sensibilidade, elimina os resultados falso-negativos.